Ingressos no Brasil
Entra ano, sai ano e a coisa não muda. Ir a um estádio ver jogo decisivo é tarefa das mais difíceis no Brasil.
São poucos pontos de venda, que só é feita poucos dias antes dos jogos, em horários limitados, como de 11h as 17h, e a organização da fila normalmente é por conta do próprio público. Além disso, pelo menos no Rio, existe um cadastramento manual de todos os estudantes que compram meia-entrada. Um cadastramento para cada jogo.
Em quase todo o Brasil e venda não é feita pelos clubes e sim por alguma empresa especializada, tipo ticketmaster.
Mas boa parte dos torcedores presentes aos estádios compra mesmo é de cambistas.
Resumindo, clubes e federações, ao terceirizar o serviço, se acham isentos de qualquer responsabilidade. A empresa que comercializa os ingressos, o faz com o menor custo possível, o que significa poucos bilheteiros e nenhum investimento em segurança. E os cambistas, com conivência dos policiais e dos bilheteiros, dominam o cenário.
Como tudo no nosso país, meia dúzia se aproveitando do sofrimento de quase todos.
03 junho 2008
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