13 janeiro 2008

Palpites 2008.

Quem vai fazer muito barulho por nada: Palmeiras. Nova parceria com a Traffic, Luxa no comando, planos para o “Parque Antartica Arena” mas vai ser tanta expectativa que a falta de títulos frustrará a todos. Teoricamente é favorito no paulista (Santos e São Paulo estarão focados na Libertadores e Corinthians na Série B), mas isso vai mais atrapalhar que ajudar.

O retorno: Acredito que um ano tenha sido suficiente para acabar com a ressaca do campeão mundial de 2006. Ainda com Abel, Fernandão, Iarley, Alex e Clemer ou Renan no gol. Com Nilmar novamente em forma, é favorito a um dos títulos nacionais de 2008.

Tava bom, mas piorou: Ao longo de 2007 saíram Zé Roberto e Cléber Santana. No fim do ano Luxemburgo e alguns titulares como o lateral Alessandro. Leão no comando e Kleber Pereira com a 9 não devem ser suficientes para evitar um 2008 sem títulos.

Quem tá melhorando: Fla e Flu. Talvez por torcida inconsciente acredito mais no Fla cheio de volantes do que no Flu cheio de atacantes. Renato ainda vai ser um grande técnico, coisa que Joel nunca conseguiu. Mas Joel ainda consegue ser um melhor motivador do que Renato, que acho que vai insistir e depois desistir dos três atacantes, e não vai achar o time até ser eliminado da libertadores. O Corinthians também melhorou muito, mas estão endeusando demais um goleiro que leva gol em todo jogo e foi rebaixado três vezes em quatro anos. E a pressão torna 2008 imprevisível. Só dá para ter certeza que viverão crises e boas fases em revezamento semanal. E o São Paulo também sempre melhora. Mesmo se não contarmos Adriano eles contrataram um excelente volante (Julio Santos) e dois bons jogadores do Botafogo (Joilson e Juninho), sempre para preencher exatamente o que falta ao time, sempre gastando o menos possível.

Quem ta piorando: Vasco e Botafogo. Romário e Eurico estão afundando o cruzmaltino. Mas os botafoguenses, por incrível que pareça, estão mais confiantes nos desconhecidos desse ano do que nos que jogaram bonito mas perderam tudo no ano passado. Dá para entender, mas não para concordar.

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