28 janeiro 2007

O personagem do mês na Placar que está nas bancas é Ronaldo. E o enfoque da crônica do André Rizek é a diferença do tratamento que damos (nós, "opinião pública") a Ronaldo em comparação ao que aceitamos do Romário. Noitadas, irregularidade, má forma, grupinho no elenco, etc. Em Romário é folclore, em Ronaldo é pecado. Gols e genialidade em Romário são gols e genialidade e em Ronaldo nada mais que a obrigação. Essa é a tese de Placar.

Acredito que essa diferença vem da postura de ambos. Romário sempre se definiu como bad-boy, enquanto Ronaldo sempre foi o garoto bonzinho, quase um contraponto à Romário. Mas os excessos de contusões e marketings levaram a vida de Ronaldo, nos seus mínimos detlhes, à vitrine. E aí ninguém mais compra a idéia de garato bonzinho e ficamos sentindo falta de autenticidade nele.

Fora isso Ronaldo, ao contrário de Romário, é muito mais marketing que bola. Por mais que seja um monstro sagrado, não chega aos pés do 11. Explicada a diferença de tratamento?

2 comentários:

Anônimo disse...

boa, belão!

Anônimo disse...

e tem mais uma coisa:

tecnicamente, o romário é muito, mas muuuito melhor que o balofo. por isso, ele ia pra night e conseguia decidir um jogo. Já o dentuço gordo se não estiver na ponta dos cascos (como na copa de 02) mata bola na canela e tudo (já vi essa cena varias vezes).

fora a marra. acho um saco esses atletas santinhos (kaká) e pior ainda os pseudo certinhos, como é o caso do bolota.

viu o federer? mandou bem. 'sou o melhor do mundo e pode me chamar de gênio'. é isso!

quem é foda tem q tirar onda mesmo.

o ronaldo bolota não faz 10 gols no milan esse ano. pode somar todas as competições.



felipe